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Muitas confeiteiras começam suas jornadas de forma despretensiosa, vendendo um bolo aqui e um doce ali para amigos e familiares. O negócio vai crescendo organicamente, os pedidos aumentam, mas a estrutura por trás da empresa continua a mesma: a informalidade. Trabalhar na informalidade pode parecer o caminho mais fácil e “livre de impostos” no início,
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Existe uma regra clássica na administração de empresas: custa de 5 a 7 vezes mais caro atrair um novo cliente do que manter um que já comprou de você. Na confeitaria, onde o produto está intimamente ligado a emoções, celebrações e memórias afetivas, essa regra é a chave para a estabilidade financeira. Muitas empreendedoras gastam
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Este é um dos temas mais vitais para a sobrevivência de qualquer empresa. Na administração, costumamos dizer que o lucro é o sorriso da empresa, mas o fluxo de caixa é o oxigênio. Sem ele, o negócio asfixia, mesmo que esteja vendendo muito. Para uma confeiteira, perder o controle do fluxo de caixa significa não
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“Tá caro. A confeiteira do bairro vizinho faz pela metade do preço.” Se você trabalha com confeitaria artesanal, é provável que já tenha ouvido essa frase e sentido um aperto no peito. O primeiro instinto de muitas empreendedoras é dar um desconto imediato por medo de perder a venda. Porém, abaixar o preço para cobrir




